quarta-feira, 4 de novembro de 2026Notícias do Brasil

Democratas lideram previsões nas eleições de meio de mandato nos EUA

Institutos apontam que o Partido Democrata pode reconquistar entre 12 e 25 cadeiras na Câmara e tem vantagem no Senado, embora dependa da precisão das pesquisas.

Foto: g1 Mundo

Nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3 de novembro), as projeções apontam vantagem para o Partido Democrata tanto na Câmara quanto no Senado.

Um relatório do Cook Political Report estima que os democratas recapturarão entre 12 e 25 assentos na Câmara, o que deve garantir uma maioria confortável nos dois últimos anos da presidência de Donald Trump.

O que se sabe até agora

Para o Senado, os analistas indicam que os democratas mantêm uma leve vantagem nas pesquisas, mas que os republicanos só teriam chance real de vitória se as sondagens subestimassem o apoio ao seu candidato em pelo menos quatro pontos percentuais, resultando em 51 cadeiras para os republicanos contra 49 para os democratas.

Especialistas apontam que a baixa popularidade do presidente Trump, combinada com a insatisfação dos eleitores com a alta dos alimentos e dos custos domésticos, favorece a corrida dos democratas.

Além das disputas legislativas, o deputado Hakeem Jeffries, líder da minoria democrata, deve ser empossado como o primeiro negro a presidir a Câmara em janeiro de 2027, caso a maioria seja mantida.

Entretanto, há cautela quanto à confiabilidade das pesquisas. Estudos citam dificuldades crescentes para alcançar eleitores, sobretudo os conservadores, o que pode gerar subestimação do voto republicano.

Os resultados serão divulgados ao longo da noite de 3 de novembro, com a contagem antecipada já em andamento em vários estados.

Próximos passos: as urnas permanecerão abertas até o final do dia, e a apuração completa deve ser concluída nas próximas 48 horas, permitindo confirmar se os democratas realmente conquistarão a maioria na Câmara e se manterão o controle do Senado.

Com informações de Folha, CNN Brasil, g1 Mundo e BBC News Brasil.

Com informações de Folha, CNN Brasil, g1 Mundo e BBC News Brasil.

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