quarta-feira, 4 de novembro de 2026Notícias do Brasil

Aprovação de Trump fica em 32% na véspera das eleições de meio de mandato

Pesquisa Reuters/Ipsos indica queda na aprovação do presidente e preferência por democratas, enquanto a Casa Branca prepara medidas sem Congresso.

Foto: Veja

A aprovação da gestão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a 32% segundo a pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (2). O levantamento foi feito na véspera da eleição de meio de mandato, marcada para a terça-feira (3) de novembro.

A sondagem entrevistou 1.765 adultos americanos online, com margem de erro de dois pontos percentuais. A aprovação subiu 1 ponto em relação ao levantamento de 19 de outubro, quando ficou em 31%.

Na chamada “cédula genérica”, 46% dos entrevistados preferem candidatos democratas contra 38% dos republicanos. Metade dos eleitores independentes afirmou que usará a votação como forma de oposição a Trump.

Em evento no Lincoln Memorial, Trump declarou que as eleições de meio de mandato são “as mais importantes de nossas vidas”. A fala foi feita na segunda-feira, enquanto o presidente percorria estados em campanha pelos candidatos do Partido Republicano.

O que se sabe até agora

A Casa Branca tem elaborado, desde abril, um plano para manter a agenda presidencial caso os democratas conquistem a maioria no Congresso. O grupo, que inclui o vice-chefe de gabinete Stephen Miller e o diretor do Escritório de Gestão e Orçamento Russell Vought, avalia o uso de decretos executivos, tarifas sobre minerais críticos, restrições a vistos e a realocação de verbas já autorizadas.

Os resultados da pesquisa apontam vulnerabilidades na gestão Trump, como o aumento dos preços dos combustíveis desde o início da guerra com o Irã, em fevereiro. Atualmente, os republicanos mantêm maiorias estreitas – 218 cadeiras contra 214 na Câmara e 53 contra 47 no Senado – e os democratas precisam de um saldo de quatro assentos em cada casa para assumir o controle.

Os eleitores irão às urnas na terça-feira (3). O desfecho determinará se o Executivo poderá avançar com medidas executivas sem apoio legislativo ou se enfrentará maior resistência do Congresso.

Com informações de Blog do Eliomar, Veja, g1 e Metrópoles.

Com informações de Blog do Eliomar, Veja, g1 e Metrópoles.

Com informações de Blog do Eliomar, Veja, g1 e Metrópoles.

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